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sábado, 3 de agosto de 2019

Review: Aventura Ardente

Aventura Ardente Aventura Ardente by Diana Palmer
My rating: 3 of 5 stars

UPDATE: Reread March, 2019
Kindle edition, portuguese

3 ⭐⭐⭐ - OK decent reads.

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Seis anos haviam se passado desde que se falaram pela última vez.

Planejara assustá-la para que Sally parasse de provocá-lo, mas a tentativa impulsiva de desencorajá-la acabara por surtir um efeito maior do que imaginara. Sally fugira dele naquela época e continuara a evitá-lo.

– Eb me contou sobre isso e sobre o que aconteceu pouco antes de você ter ido viver comigo e com Hank, em Houston.

– Uma vez você me disse que sempre o via em companhia de uma bela mulher nos eventos sociais – lembrou Sally com uma pontada de inveja.

– Ebenezer teve algum relacionamento sério? – Sim. Houve uma mulher em Houston, alguns anos atrás. Eb se envolveu, mas ela o abandonou assim que soube em que ele trabalhava. Casou-se com um banqueiro bem mais velho que ela.

Ebenezer mudou de posição, induzindo-a a se moldar à curva de seu corpo, o olhar cravado no dela. Podia senti-la tremer, ouvir o ruído excitado da respiração que ela tentava corajosamente esconder.

Sentiu o hálito de tabaco quando a boca sensual cobriu a sua.

A princípio, a veneração que Sally lhe dedicara quando adolescente o irritara, mas acabou por enchê-lo de orgulho.

Esperara qualquer reação, desde repugnância até choque, principalmente quando lembrava como a ex-noiva reagira à revelação. Porém Sally não o criticara ou julgara.

Sabia que Hank a traía. Presumi que tivesse a mesma liberdade.

Eu estava extremamente excitado naquele dia. Estava há muito tempo sem me relacionar com uma mulher, e você era uma menina de apenas 17 anos.

Eles a atacaram e a teriam estuprado se eu não tivesse aparecido – disse Eb, enquanto dava marcha a ré na picape e saía para a estada.

– Eu já lhe disse que fui noivo, certo? –
Ela nunca questionou de onde vinha meu dinheiro. Na verdade, quando tentei lhe contar, ela me impediu, dizendo que não importava, que me amava e me seguiria para onde meu trabalho me levasse.

Portanto, na noite da véspera do casamento, contei-lhe o que fazia para viver. Maggie pousou a aliança na mesa de centro, arrumou suas coisas e partiu da cidade naquela mesma noite. Casou-se dois meses depois… com um homem que tinha o dobro de sua idade.

Sally conhecia a história da ex-noiva de Eb, mas não tinha noção do quanto ele a amara.

– Você… a encontrou… em Houston?

– Não. Maggie me disse que quer se dedicar à carreira – respondeu ele. – Gosta de ter seu próprio dinheiro e ser independente.

Eb não fez nenhum comentário. Sentia-se claustrofóbico e não sabia por quê.

Agora a ex-noiva de Eb estava viúva, e ele trabalhava em uma atividade segura.

Fora desagradável o suficiente ouvir Eb falar sobre como a mulher que amara o rejeitara quase à beira do altar e perceber, pelo modo como falara, que ele não a havia esquecido.

Os sentimentos que ele ainda nutria pela mulher com quem planejara se casar eram evidentes na voz de Eb quando ele lhe falara de Maggie.

Ora, Eb! – soou uma voz suave atrás de Sally. – Que coincidência encontrá-lo aqui, em um de nossos lugares noturnos favoritos.
Não podia ser outra pessoa senão a ex-noiva de Eb.

O coração de Sally perdeu uma batida ao perceber os olhos verdes de Maggie se iluminarem diante do convite.

Não foi o sentimento que nutriam um pelo outro que os separou, mas sim o trabalho do qual Eb não queria abrir mão, nem mesmo pela mulher que amava o suficiente para se casar.

Não era de admirar que Eb a tivesse repudiado anos atrás. Ao lado da exótica Maggie, Sally se sentia insignificante.


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Review: Sem coração

Sem coração Sem coração by Diana Palmer
My rating: 3 of 5 stars

UPDATE: Reread March, 2019
Portuguese Edition, Kindle Unlimited

3 ⭐⭐⭐ - OK decent reads.
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BEST REVIEW EVER

Update: Re-read in January 2015

Maldita, você começou isso! – disse ele, os dentes cerrados, tão chocado por sua frenética perda de controle como pela rejeição dela por ele como homem.

Jason repetiu o episódio na mente, e a raiva cresceu a partir do constrangimento, aliada à rejeição, à humilhação e ao orgulho ferido. Demostrara seu desejo por ela, e Gracie tinha se mostrado… repugnada. Vira aquilo no rosto dela.

Naquele momento, não se importava se não a visse mais pelo resto de sua vida.

Uma ruiva linda e viva se aproximou dele à mesa de bebidas, onde ele preparava outra dose de uísque e gelo.

Os olhos dela eram de um azul muito pálido num rosto lindo e delicado. Um longo cabelo vermelho lhe descia pelas costas quase até a cintura, com ondas tremulando como o mar em sua extensão sedosa.

Era uma mulher sexy, de pernas longas, com um olhar faminto. Estava olhando-o daquele jeito agora, e Jason se sentia enfraquecer. Seu ego estava no chão e ele precisava se lembrar de que algumas mulheres o consideravam um homem atraente.

A última coisa de que se lembrava era de afundar numa cama enorme e macia.

Estava deitado sob os lençóis com sua cueca de seda. Ao lado dele, estava uma ruiva completamente nua que dormia em seus braços.

Essa linda criatura enroscada em seus braços obviamente o achara irresistível e agora enfrentava a perspectiva de tê-la engravidado por sua falta de controle.

Não queria voltar sozinho para casa.

Imaginou-se entrando na mansão em San Antonio de braços dados com essa mulher e vendo o rosto chocado de Gracie.

Quero que vocês duas conheçam Kittie Sartain – disse ele suavemente. – Minha noiva.

Gracie não sabia o que dizer. Ninguém jamais lhe falara de maneira tão grosseira. Olhou para Jason, mas ele estava observando a ruiva com evidente admiração.

John, Dilly, esta é Kittie, minha noiva. – Jason lhes apresentou a ruiva. – Ela é uma das principais modelos do país. Vocês provavelmente já viram o rosto dela em capas de revistas.

O coração de Gracie estava se partindo. A família deles, seus leais amigos e empregados estavam sendo tratados como se fossem hóspedes indesejáveis.

– Imagine só, convidar empregados para se sentar à mesa e jantar com você – queixou-se Kittie. – E você deixa sua irmã de criação viver com você, na idade dela? O que as pessoas devem pensar?

– Vocês se acostumarão com ela – disse severamente. – Não é tão ruim como parece. Ela apenas não conhece vocês.

Kittie se queixou de tudo, beliscou a salada, tomou café preto e resmungou sobre a qualidade da comida. Depois da refeição, ela e Jason foram para a sala de estar, onde ela se aninhou no colo dele e passou o resto da noite beijando-o.

Kittie tratou todos da casa com rispidez, especialmente Gracie.

Jason levou a noiva para diversos eventos culturais, incluindo um balé e um concerto sinfônico.

Você terá que fazer alguma coisa a respeito de Mumbles antes de voltarmos para o dia de Ação de Graças, Gracie – disse ele calmo. – Kittie é alérgica a gatos.

Ele não pode ficar na casa com Kittie – disse ele, desviando o olhar.

Ah, pelo amor de Deus, é só um gato velho… não um bebê! – gritou, enfurecido demais com a possibilidade de lágrimas.

Ele está velho, Gracie – disse áspero. – Não tem muito tempo para viver, de qualquer maneira. Pode ser um ato de misericórdia levá-lo para o veterinário e lhe dar uma...

– E você vai fazer o quê? – perguntou, a raiva brilhando nos olhos. – Conseguir um emprego? Que qualificações você tem, além de ser anfitriã de chás e festas, Gracie? – Apesar dos olhos enfurecidos, a voz dele era fria.

Seu orgulho ferido pela rejeição de Gracie o entregara de bandeja à Kittie. Quanto à possibilidade de que a engravidara, era uma piada. Vira sua caixa de pílulas anticoncepcionais, que ela mantinha sobre a mesinha de cabeceira.

Todo mundo ri de mim, acha que sou cabeça-de-vento, desajeitada e incapaz de fazer qualquer coisa realmente importante. Até mesmo Jason finalmente admitiu que acha que eu não sou capaz de fazer nada, a não ser preparar suas festas e ser a anfitriã.

Você já tem um carro – argumentou Barbara. Gracie cerrou os dentes com força. – Não tenho mais. Kittie disse que Jason lhe deu permissão para usar o VW, já que pagou por ele.

– A srta. Sartain a demitiu. Ela deixou que todos fossem embora… Disse que eram velhos demais…

Sim, eu a expulsei! Ela nem mesmo discutiu comigo. Disse que estava contente por ir embora! – Não acrescentou que usara de chantagem para conseguir a partida de Gracie.

Uma mulher sedutora pode transformar um homem num tolo, mesmo um homem mais velho.

– Um dos membros da quadrilha dos Fuentes. O homem que me ajudou o matou enquanto ele tentava me estuprar.


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Review: Connal

Connal Connal by Diana Palmer
My rating: 3 of 5 stars

3 ⭐⭐⭐ - OK decent reads.
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UPDATE: Re-read in March, 2019
Casamento Acidental - portuguese edition, Kindle Unlimited
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UPDATE: Re-read in June 2016
UPDATE: Re-read in October 2014.

C.C. não amava Penelope. Nunca amara. Ela, no entanto, o adorava desde os 19 anos,

Não era uma moça bonita, mas tinha uma figura agradável, mesmo que mais para roliça. Penelope não se encontrava acima do peso, apenas tinha um corpo curvilíneo que preenchia generosamente o jeans. Tocado pelo sol, o cabelo refletia uma nuance quase vermelho-dourada. O nariz reto era coberto por uma camada de sardas.

C.C. a observou com olhar desinteressado.

– Quantos anos tem, Pepi? – Sabe muito bem que tenho 22.

– Vinte e dois contra meus 30 anos. E 22 de pura ingenuidade – disse ele proferindo as palavras devagar.

Pobre e torturado homem! Perdera a mulher e o filho que ainda nem havia nascido durante um passeio de rafting em uma corredeira, ao qual tivera a infelicidade de sobreviver.

Vivi o suficiente para saber que ninguém nunca resolveu seus problemas fugindo deles.

Pode escrever o que estou dizendo, menina, ele é mais do que aparenta ser.

Aquilo a magoou. C.C. a fazia parecer uma vaqueira qualquer. Talvez fosse essa a imagem que tinha dela… como um daqueles homens com quem trabalhava.

Ainda vestindo jeans. Está sempre com roupas masculinas. Tem pernas, garota? Ao menos, tem seios…?

Suponha que mudássemos seu sobrenome para Tremayne – perguntou ele hesitante. – Claro, por que não? Está sempre correndo atrás de mim, Penelope Marie Mathews, então por que não se casa comigo e faz a coisa da maneira certa?

Se não se casar comigo… – ameaçou C.C. com astúcia bêbada – entrarei em um bar, atirarei a esmo, e nós dois iremos presos. Agora mesmo, Pepi. Neste minuto. Estou falando sério.

Pepi foi quase arrastada para a capela.

Em seguida, ele estendeu o papel na direção dela, respirou fundo e desabou no chão da capela.

Talvez tenha de me conformar em ser paparicado por você, mas jamais ficarei casado com você quando sóbrio.

Você não passa de uma garota. Não é nenhuma mulher fatal.

As consequências de sua farsa poderiam ser trágicas e de longo alcance, ainda mais se C.C. resolvesse se casar com Edie. Ele seria considerado bígamo sem nem ao menos saber.

Se ao menos conseguisse perder peso para ficar com a silhueta mais parecida com a de Edie…

O dorso do dedo indicador longo lhe tocou o rosto em uma carícia lenta e devastadora.

C.C. a mantivera fora do alcance durante anos, mas Pepi não era inocente, portanto, não tinha de se preocupar com a consciência

Acho que já tem idade para saber por que os homens procuram mulheres como Edie. Ele é um homem. E tem… suas necessidades.

Ela usava mais maquiagem do que de costume e exibia uma beleza genuína, com sardas e tudo.

Acho… Ora, ora, olhe para aquele vestido!

Edie acabara de transpor a porta, trajando um vestido vermelho, com um decote profundo nas costas que se estendia até a altura da cintura e formava um V na parte da frente. A despeito do comprimento, servia como uma propaganda para divulgar sua beleza loira e atraía uma boa quantidade de olhares.

Venha comigo e verei se consigo convencê-la do contrário – acrescentou com expressão afetuosa e uma voz grave e sensual. – Essa é uma oferta irrecusável – murmurou Edie em resposta. – Boa noite, Penelope, Brandon.

– Edie é suficiente para você? – rebateu ousada. – Quando estou disposto, qualquer coisa com seios é suficiente para mim – disse conciso e irritado com a recusa de Pepi em admitir que se interessava por ele.

Não quero me casar, seja com uma boa cozinheira ou uma mulher elegante – murmurou C.C. distraído, franzindo a testa e voltando a se concentrar em passar manteiga em um pão, alheio à expressão estampada no rosto de Pepi.

Observou-a em silêncio, pensando no quanto ela era atraente, com quilos a mais ou não.

Teria de fingir estar apaixonado por Edie para afastar Pepi. Para se certificar de que ela não alimentasse nenhuma esperança.

Após experimentar o ardor de C.C. minutos atrás, era doloroso ser lembrada de que ele pertencia a outro alguém. Pepi se ergueu e começou a retirar a mesa, distraída.

Ao lado da loira, sentia-se como um canhão.

De qualquer forma, por que C.C. olharia duas vezes para ela com uma mulher tão linda quanto Edie em seus braços?

Porém, o óbvio interesse de C.C. em Edie a estava matando. Ele mantinha um braço possessivo em torno da loira, e em determinado momento inclinou a cabeça e lhe capturou os lábios com um beijo faminto na frente de Pepi e de todo El Paso.

Foi melhor assim. Eu vinha alimentando esperanças vãs com esse homem.

Você sabia que eu jamais me casaria com uma maquiavélica simplória e roliça como você se estivesse sóbrio! Não é nem um pouco atraente, Pepi, e seus modos e a maneira de se vestir se parecem mais com os de um homem do que de uma mulher.

– Pai, ele ama a esposa que morreu. Acho que ainda sofre por ela. Lembra-se de como se sentiu quando mamãe se foi?

Você é maquiavélica, mentirosa e provavelmente uma caça-dotes.

Saíra com Edie, havia… E estava casado!

Não quero ter filhos. Tampouco uma esposa – respondeu ele sacudindo a licença de casamento. – Muito menos uma que não escolhi!

Lembrou-se do que ele lhe dissera em Juárez, sobre ela ser roliça e simplória.

Você foi sincero. Sempre soube que nunca desejaria uma gorda desmazelada como eu…

Feia, acima do peso e caipira até a medula dos ossos. Papai sempre disse que você era sofisticado o suficiente para se casar com uma socialite, e tinha razão. Edie faz seu estilo.

Não me importo com o seu dinheiro – rebateu Pepi, os olhos castanhos acusatórios. – Gosto de ter comida no prato e um teto sobre a cabeça, mas não poderia me importar menos com quanto dinheiro possuo, e você sabe disso! C.C. deixou escapar um suspiro rouco. – Trata-se de Hale?

Se já estou casado, não terei de me defender contra as noivas em potencial, certo?

Casar-me com você, com certeza, não foi ideia minha!

– Não sou doce nem pequena. – Pepi pousou o garfo. – Sou simplória e gorda, como você mesmo disse.

Claro que ela não era o tipo de mulher que inspirava paixão nos homens, como era o caso de Edie.

Pepi sabia que C.C. não a amava. Ele deixara isso muito claro.

– Beije-me, sra. Tremayne – sussurrou C.C. induzindo-lhe a boca a se abrir.

– É mesmo importante o modo como o uso? – indagou Pepi com frieza. – Afinal, não me tornam menos gorda.

– Parece menos vulnerável, sim – afirmou C.C. sarcástico. – Não precisa debochar de mim. Não posso evitar a reação que você me causa.

Edie foi apenas uma diversão prazerosa e muito inocente. – C.C. escorregou a lateral do rosto pelo dela, de modo que a respiração soprasse quente na orelha de Pepi. – Nunca dormi com ela.

Pepi sorriu, até que um movimento lhe atraiu o olhar até Edie, que se encontrava a uma mesa próxima, sozinha, e com os olhos cravados em Connal.

Pepi se sentiu culpada e envergonhada com o fato de ele ter de ficar preso a ela, quando estaria muito melhor em companhia de Edie. Ela não passava de uma garota do campo. Não tinha nenhuma sofisticação.

Ele e a loira tiveram um relacionamento, mesmo que não houvessem sido amantes.

Edie foi seu único relacionamento firme por um bom tempo – comentou Pepi abatida. – É compreensível que tenha alimentado esperanças.

As mulheres sempre alimentam esperanças – retrucou ele com frieza amarga. – Claro que nem todas têm a sorte de fisgar um homem bêbado e arrastá-lo até uma capela matrimonial mexicana.

Nunca a deixaria esquecer. E que tipo de vida levariam?

Não chamaria isso exatamente de sorte. – Ela não lhe sustentou o olhar. – Obrigado – agradeceu C.C. ácido. – Posso dizer o mesmo.

É mesmo uma simplória e tanto, certo, Pepi? Não sabe como beijar, não sabe fazer amor, jamais sonharia em tocar um homem abaixo da cintura…

Até que a morte nos separe – acrescentou com escárnio.

É mesmo tão cínico quanto faz questão de parecer? – Sou. – C.C. estreitou o olhar.

Você sempre cuidou de mim – afirmou C.C. com voz calma. – Nunca a vi como mulher.

C.C. deixou escapar um profundo suspiro. Havia fechado todas as portas, e agora não fazia ideia de como voltar a abri-las. Tudo o que sabia era que, se perdesse Pepi, sua vida não teria sentindo.

MAS O afeto que Connal demonstrara mais cedo pareceu se desintegrar à medida que o dia avançava.



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Review: His Majesty's Child

His Majesty's Child His Majesty's Child by Sharon Kendrick
My rating: 1 of 5 stars

1 ⭐- Ugh! Didn't like it or triggers or pet peeve!
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O despertar do desejo
Sharon Kendrick
His Majesty's Child
Coleção Jessica, N° 130
Editora Harlequin , 2010

Esta era uma trabalhadora temporária da Inglaterra... não uma mulher que merecia o seu desejo.

E quando o fizesse, quando se entregasse de novo ao sexo, seria com uma mulher muito mais adequada do que esta inglesa alta, que tinha uma atitude tão estranhamente intensa.

Acha que não posso ter qualquer mulher que quiser na minha cama? Se posso escolher entre as mais belas, por que escolheria alguém como você?

Você é a última mulher que escolheria para ser mãe do meu filho.

– Não ouviu antes? – Deu uma risada desdenhosa. – Escolho minhas amantes num patamar social bem acima do que você ocupa, cara.

Gosto de louras curvilíneas e você não é assim. Além disso, espero que se vistam com elegância. De fato, a espécie de mulher com quem tenho intimidade usa apenas seda, cetim e lingerie de renda, não alguma coisa assim.

Você é muito livre com seus favores.

jamais a quisera a não ser para um caso breve.

Estava tão seguro de que concordaria em fazer amor com você, Casimiro? – Estava enganado? – Zombou ele.

Tinha fome dele... e esta fraqueza sexual permitia que ele tomasse todas as decisões.

E a ideia de que pudesse ser o pai desse menino lhe pareceu ainda mais impossível.

Quer um café? – Não vim aqui para bobagens sociais.

Confusão inicial? – repetiu ele, furiosamente. – Está louca? Tem alguma ideia do que isso vai significar?

Acha que quero o seu dinheiro?

– O... o que pensou que aconteceria? Que apenas o deixaria entrar e fazer sexo comigo? – Não foi isto exatamente o que aconteceu da última vez?

Agora temos que decidir o que fazer – disse ele, o tom amargo.

Mas realmente não houve um “nós”, houve, Melissa? Nós nos conhecemos depois de uma festa e tudo aconteceu com muita rapidez depois disso.

Não considero um grande romance as poucas horas de sexo que fizemos, e você?

Não, não posso obrigá-la... mas posso tomar seu filho de você.

Assim, poderei encontrar uma noiva muito mais adequada, alguém que cuidará de Ben e o amará enquanto ele estiver conosco.

Enrubescida, Melissa se lembrou das palavras cruéis e desdenhosas de Casimiro quando a vira na camiseta velha que gostava de usar para dormir e se perguntou se ele aprovaria aquelas peças.

– Ele precisará cortar o cabelo antes do casamento.

De todas as coisas a dizer no começo de sua nova vida com o filho! Era uma crítica a Ben e a ela.

Mas o coração dela gelou quando ele lhe colocou o anel no dedo trêmulo. Estava prestes a se casar com um homem que a via apenas como uma propriedade... e ocorreu a Melissa que jamais se sentira tão falsa em toda a sua vida.

Um artista profissional de maquiagem recebera o material bruto desta mulher sem refinamento, originária de uma pequena cidade do interior da Inglaterra... e uma beleza quase irreconhecível emergira.

Os fotógrafos haviam pedido que eles se beijassem e que Casimiro segurasse o filho... mas ele se recusara a atender aos dois pedidos. Como diabos poderia agir como um pai se não se sentia um?

Você não é um exemplo de tradicionalismo, é, Melissa?

A voz era gentil, mas ele falara como alguém fala a uma pessoa pouco inteligente. Descartava-a com uma gentileza sob total controle; e Melissa jamais sentira tanta condescendência em sua vida.


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Review: Bittersweet

Bittersweet Bittersweet by Krista Noorman
My rating: 0 of 5 stars

DNF
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“I don’t drink coffee,” she declared. His eyebrows raised. “Since when?” She looked straight into his eyes. “My appetite for coffee disappeared when you did.”


Served him right, really. He couldn’t blame her for that reaction after not showing his face for four years.


Why was he back in town? After four years? Why hadn’t he stayed wherever he’d gone and never come back?


“We had plans and dreams …” She fought back tears as she finally said the words she had held inside for years. “You took all that away.”


“Harper, this is Kayla. My daughter.”


The thought of Logan having a baby with someone else made her stomach twist.


“Yes,” he answered firmly. “It was the summer before I met you. My ex-girlfriend.”


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Review: Só Mesmo O Amor & Desafio De Uma Vida

Só Mesmo O Amor & Desafio De Uma Vida Só Mesmo O Amor & Desafio De Uma Vida by Arlene James
My rating: 3 of 5 stars

3 ⭐⭐⭐ - OK decent reads.
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Desafio de Uma Vida - Diana Palmer

Era linda. A criatura mais bela que já vira na vida. Possuía cabelo escuro, longo e ondulado, que lhe chegava ao meio das costas. Sua silhueta era requintada, perfeitamente constituída. Tinha seios pequenos e empinados e uma cintura bem marcada pelo vestido de festa prateado.

Tim trabalhava durante o dia e, quando chegava em casa, assistia televisão e depois queria sexo. Miranda não gostava de sexo. Para ela, não passava de uma obrigação desagradável que tentava exercer com a mesma resignação com que desempenhava todas as outras tarefas.

O que você tem a ver com a minha vida? – exigiu ele. – Você salvou a minha. Agora é responsável por mim pelo resto da sua.

Era melhor não começar nada. Ainda possuía as cicatrizes da vez em que se envolvera inteiramente.

Você é linda e tem um coração enorme. O tamanho de seus seios não vai importar para mim.


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Review: Caminhos da Sedução - Coleção Harlequin Primeiros Sucessos. Número 53

Caminhos da Sedução - Coleção Harlequin Primeiros Sucessos. Número 53 Caminhos da Sedução - Coleção Harlequin Primeiros Sucessos. Número 53 by Diana Palmer
My rating: 3 of 5 stars

3 ⭐⭐⭐ - OK decent reads.
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Você ainda o ama? A mãe ergueu uma das sobrancelhas escuras perfeitas. – O amor é um mito. – Oh, mamãe. – Anna suspirou. Polly se limitou a soltar uma risada. – Sonhe à vontade, criança. Prefiro ficar com meus comprovantes de depósito bancário e uma abundância de ações e títulos no cofre.

E Nina está com ele. Aquela mulher é uma especialista em encontrar o impossível.

Trouxera Nina, que todo mundo sabia ser sua antiga paixão. A mulher era agora uma modelo de sucesso em Houston e estava visitando a cidade.

Sim. – Nina suspirou, complacente. – Minha carreira decolou depois que Evan me ajudou a encontrar aquela nova agência.

Evan estava lhe transmitindo uma mensagem muito clara: fique longe de mim.

A graciosa Nina se encontrava envolta em seus braços grandes, que a seguravam com casual intimidade. Por sua vez, os braços magros de Nina estavam enroscados no pescoço de Evan.

Desviando o olhar, ele inclinou a cabeça e beijou Nina na frente de todos os presentes.

Nina estava ofegante quando ele a soltou. E Anna havia desaparecido.

Eu o ajudarei a se livrar dessa menina, sem problemas.

Anna é problema de Randall, não meu. Ajude-me a fazer com que ela desgrude de mim. Nina exibiu um sorriso afetuoso. – O prazer é todo meu.

Evan não dançou com mais ninguém além de Nina e lhe dispensava tanta atenção que a especulação sobre uma possível reconciliação entre os dois se espalhou feito fogo em palha.

Não sabia que você pintava. – Com a atenção que me dispensa, não é nada surpreendente – retrucou ela, imperturbável, aplicando mais tinta amarela à tela.

Ele só me convidou para sair para mantê-la afastada. Disse-me que faria qualquer coisa para se livrar de você.

Não precisa me explicar nada, sei como se sente. Você me quer, mas eu não sirvo.

Nina faz mais seu estilo – afirmou ela, amarga, empurrando-lhe o peito. – É experiente e sofisticada. Aposto que sabe tanto quanto você!

Nina não está correspondendo ao seu ardor, ou isso é algum tipo de vingança? – perguntou ela.

Concordo. Boa sorte em seu novo emprego. Transmitirei suas saudações a Nina.

Não fora capaz sequer de tocar a mulher que se colara a ele naquela cidade. Era o que prendia fazer quando a levara para seu quarto de hotel, lhe oferecera alguns drinques e flertara com ela. Mas, quando a tomou nos braços e começou a beijá-la, nada aconteceu.

Pela primeira vez, seu corpo o traíra. Dispensara a mulher e xingara Anna até ficar rouco.

– E o que você faz comigo é justo? – perguntou ele em um tom de voz frio. – Não tenho feito nada a não ser evitá-lo – retrucou Anna, tristonha.

Por que não se casa com ele? Isso a faria desgrudar de mim.

O jogo virou – disse ele, suave, com os olhos faiscando. – Como se sente? – Detesto isso! – vociferou ela. – Eu também detestava, querida – retrucou Evan com a voz fria.

Até mesmo um homem que aprecia mulheres ficaria enojado com esse tipo de perseguição.

As semanas que se seguiram se arrastaram, com Evan a assombrando a cada esquina. Ele levou Nina à galeria para comprar quadros, mostrando-se tão atencioso com a namorada que Anna teve vontade de gritar.

Evan circulava por toda a cidade com Nina e parecia mudar seu caminho apenas para se certificar de que ela os visse.


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